Primeiro discurso Sobre as mulheres: “Já registro aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras (...)A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e as mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas e lhes dissessem: ‘Sim, a mulher pode!’”
domingo, 23 de janeiro de 2011
SIM! A mulher pode!
Primeiro discurso Sobre as mulheres: “Já registro aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras (...)A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e as mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas e lhes dissessem: ‘Sim, a mulher pode!’”
Prefeitos socialistas são os mais bem avaliados do país

Dois prefeitos do PSB, Márcio Lacerda (Belo Horizonte) e Luciano Ducci (Curitiba) ocupam os primeiros lugares na lista de mais avaliados entre os administradores de oito capitais brasileiras, segundo pesquisa Datafolha. Além desses, foram avaliados os prefeitos de Porto Alegre, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza.
O primeiro colocado é Márcio Lacerda (PSB), de Belo Horizonte, com nota 6,6. Ele tem 54% de aprovação (ótimo e bom). Em julho ele era aprovado por 51%.
Luciano Ducci (PSB), que substituiu Beto Richa (PSDB) na Prefeitura de Curitiba no início deste ano, aparece em segundo lugar do ranking, com nota 6,5 e 49% de aprovação.
José Fortunatti (PDT), de Porto Alegre, com nota 5,9, e Eduardo Paes (PMDB), do Rio de Janeiro, com nota 5,8, aparecem em seguida.
Gilberto Kassab (PSDB) é o primeiro prefeito em segundo mandato no ranking e ocupa o quinto lugar com nota de 5,4, à frente de João da Costa (PT), de Recife, que apesar de ter nota idêntica, 5,4, tem taxa de aprovação menor (24%).
João Henrique Carneiro (PMDB), de Salvador, recebeu nota 4,5 dos moradores da cidade. Ele é aprovado por apenas 18% e tem taxa de reprovação de 50%.
Luizianne Lins (PT), de Fortaleza, com 4,4, é a última colocada no ranking -50% dos moradores da capital do Ceará reprovam sua gestão e 22% aprovam a prefeita.
É Importante ressaltar que a aprovação da administração municipal da cidade de Curitiba subiu de 71,38% para 75,82%, desde abril. Os dados são do Instituto Paraná Pesquisas, em levantamento feito de 12 a 16 de dezembro.
"O resultado desta pesquisa mostra que estamos no caminho certo, dialogando com a comunidade e estimulando nossas equipes a trabalhar muito para melhorar a cidade cada vez mais, com foco no aumento da qualidade de vida da população", disse Luciano Ducci.
A pesquisa anterior havia sido feita no final de abril. A nova pesquisa de dezembro, que ouviu 765 pessoas, mostrou também que a desaprovação de administração diminuiu, de 17,7% para 16%. Nesta pesquisa, 8% não opinaram.
A nova pesquisa mostra também que os entrevistados apontam como principais qualidades do prefeito a responsabilidade, a competência e o trabalho.
Para o prefeito Luciano Ducci, o programa de obras de 2010 foi um dos fatores que motivaram a boa aprovação da administração. "Neste ano, são R$ 208 milhões em obras por toda a cidade, para melhorar a infraestrutura para a população", disse Luciano Ducci.
A Prefeitura também está licitando mais R$ 165 milhões em obras de pavimentação, drenagem e edificações, para a construção de creches, equipamentos de saúde e piscinas cobertas. "São obras definidas pela população, nas audiências públicas, que atendem principalmente os bairros mais carentes de Curitiba. São investimentos que vão transformar a vida dos moradores em cada um dos bairros da cidade", afirmou o prefeito.
Fonte: http://datafolha.folha.uol.com.br/
49 Anos se passaram e Diamantina?
Pessoal, olá! O texto abaixo foi publicado ha 49 anos, mas parece bem atual para a política de Diamantina. Leiam e fiquem a vontade para comentar!
Abraços.
PSB Diamantina
Conversinha Mineira - Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
- Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
- Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...
*Crônica extraída do livro A Mulher do Vizinho (página 144), de 1962 e publicado pela Editora Sabiá.
Abraços.
PSB Diamantina
Conversinha Mineira - Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
- Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
- Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...
*Crônica extraída do livro A Mulher do Vizinho (página 144), de 1962 e publicado pela Editora Sabiá.
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